Recuperação do bosque da UFSC foi oficina na SEMAGEO desse ano

27/10/2017 08:27

 

Luiz Leal, permacultor e bolsista do projeto, explicando aos participantes às técnicas de recuperação por meio de Sistemas Agroflorestais dentro do planejamento por zonas energéticas da permacultura.

O NEPerma ofereceu durante a 38ª Semana Acadêmica de Geografia da UFSC a oficina “Introdução à Recuperação Ambiental e ao Manejo Agroflorestal do Bosque da UFSC. A oficina foi ministrada por Luiz Leal, Mel Gonçalves e Maria Helena Lenzi.

Na oficina, os participantes puderam compreender melhor o planejamento de espaços pensado através da lógica da permacultura, suas zonas energéticas e distribuição de elementos na paisagem. Essas estratégias possibilitam a recuperação de ambientes por meio de técnicas que, uma vez integradas, conduzem a uma maior efetividade do processo.

O projeto de recuperação ambiental teve início em 2014 e é uma iniciativa de acadêmicos de diferentes cursos da UFSC, que conta com a coordenação compartilhada do NEPerma e da Gestão Ambiental.

Para saber mais sobre as ações do projeto…

Cartilha do Bosque da UFSC

02/09/2017 14:47

O projeto de extensão de Recuperação Ambiental do Bosque da UFSC lança sua cartilha virtual. Com ela, o projeto busca mostrar o que está sendo feito para a recuperação da área do bosque e, também, orientar e educar os leitores para questões ambientais.

A cartilha é uma iniciativa dos permacultores e estudantes de graduação Pedro Buss Martins, Guilherme Fabrin, Leonardo Saconatto e Lucas Espirito Santo.

Baixe a cartilha aqui

 

Permacultura e Educação Ambiental no Bosque do CFH/UFSC

11/05/2017 22:23

Iniciaram-se hoje as atividades semanais do Projeto Permacultura e Educação Ambiental no Bosque do CFH/UFSC. Estas atividades serão uma excelente oportunidade para práticas e troca de saberes sobre permacultura, agroecologia, sistemas agroflorestais e educação ambiental. Os participantes poderão conhecer as ações já realizadas para a recuperação ambiental do Bosque do CFH, conhecer os princípios e práticas da permacultura, implantar e manejar sistemas agroflorestais agroecológicos, aprender sobre bioconstrução com uso de terras e bambu, entre outros temas.

Quando? Todas as quintas-feiras, a partir das 14:30h.

Onde? no Bosque do CFH, próximo ao Planetário da UFSC.

Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade!

O que sugerimos levar: sementes para plantar, roupa adequada para colocar a mão na terra (idealmente calça, camiseta manga longa, calçado fechado), luvas, facão (se quiser), repelente e proteção solar.

O projeto dispõe de ferramentas e carrinhos de mão.

Em caso de chuva não teremos atividade no dia.

Confira algumas fotos de atividades anteriores no Bosque

I Oficina de Agrofloresta Agroecológica – outubro de 2016

I Oficina de Bioconstrução: o bambu como material de construção – outubro de 2016

Permacultura e educação ambiental são temas de TCC na geografia

17/12/2016 20:34
Petra Viebrantz e a banca avaliadora de seu trabalho de conclusão de curso.

Petra Viebrantz e a banca avaliadora de seu trabalho de conclusão de curso.

O trabalho de conclusão e curso (TCC) de Petra Viebrantz, que versou sobre “A permacultura como estratégia de educação ambiental formal: potencialidades e limitações“, foi apresentado em 16 de dezembro de 2016 no NEPerma, sob a avaliação da banca constituída pelo orientador Arthur Nanni, a Profa. Rosemy Nascimento doutorando em Geografia e Mestre em Ecossistemas Marcelo Venturi.

O trabalho apresenta uma revisão bibliográfica sobre a permacultura expondo sua visão, os princípios éticos e o método de planejamento espaços, abordando a temática sobre permacultura em escolas e o ensino de educação ambiental formal. O TCC versou sobre as principais políticas públicas e programas relacionados ao tema no Brasil, em Santa Catarina e no município de Florianópolis, contextualizando também a função social das escolas dentro desta temática.

O TCC nasceu de um estudo de caso vinculado ao projeto de extensão “Permacultura na Escola”, realizado na EBM Maria C. Nunes, localizada no bairro Rio Vermelho em Florianópolis entre 2013 e 2014, relatando como se deu a realização do planejamento permacultural e o processo pedagógico de ensino baseado na permacultura desenvolvido na escola, apontando através de resultados de pesquisa, quais foram os potenciais e as limitações encontradas.

Texto de Petra Viebrantz com revisão de Arthur Nanni

NEPerma participa de encontro de sistematização de Núcleos de Agroecologia

16/10/2016 09:36

Nos dias 18 a 20 de setembro de 2016, Marcelo Venturi e Arthur Nanni representaram o NEPerma, juntamente com a komboza, em uma estada na  ELAA – Escola Latinoamericana de Agroecologia, no município de Lapa/PR.

O encontro teve o objetivo de sistematizar as experiências dos núcleos de agroecologia das universidades do sul do Brasil, que foram criados/aprimorados durante os últimos editais do CNPq relacionados ao assunto. Mas além desses núcleos, foram convidados alguns representantes de outros grupos e coletivos, visando contribuírem com a prática. Assim estiveram também, por exemplo, indígenas Guaranis do Morro dos Cavalos, que foram nossa mais agradável surpresa, abaixo entenderão o porquê.

Algumas outras pessoas da UFSC ficaram de ir e não foram. Mas em minha contagem inicial estávamos em torno de 36 participantes de núcleos na abertura, e destes em torno de 12 têm alguma ligação direta com a UFSC, através dos 5 núcleos ou projetos que foram desenvolvidos aqui. A saber: O NEPerma, o CCA com o pessoal do PRV coordenado pelo prof Pinheirinho e do Plantio Direto coordenado pelo prof Jucinei, da rede de SAFAS coordenado pelo prof Ilyas e o pessoal do EduCampo/CED, coordenado pela Profa. Thayse. Assim, a UFSC esteve presente em peso. Apesar disso ser interessante por demonstrar nossa força no sentido da agroecologia no sul do país, essa participação nos mostra também outro ponto: sabemos que além destes núcleos oficialmente representados temos, como UFSC, vários outros grupos relacionados diretamente à temática – Neamb, Gepa, GeaBio, horto do HU, Compostagem, etc… E NÃO CONVERSAMOS ENTRE NÓS. Somos eficientes em agir para fora da instituição mas trocamos e conversamos pouco com quem está em casa.

Além dos supracitados, outro grupo semelhante presente foi um grupo sem vinculação oficial à universidade do litoral do paraná, mas relacionado à esta, que se diz autogestionado e apresentou materiais assumidamente anarquistas. Também estavam presentes outros tantos núcleos com ricas experiências, e alguns que lamentamos não poder ajudar mais ou não ter mais pernas para atendermos no que diz respeito à demandas de Cursos de Planejamento em Permacultura (PDC) em suas cidades/universidades.

Após apresentações tivemos agradáveis recepções incluindo uma abertura emocionante com pessoas de diversos países que são jovens estudantes da ELAA. Em seguida traçamos uma linha do tempo da agroecologia no Sul do Brasil, através dos relatos do que cada um considerou importante para si. Aí algumas coisas começaram a me chamar atenção: o assunto permacultura na linha surgiu por outras pessoas além de nós, no caso, pelos índios Guaranis do Morro dos Cavalos (Palhoça/SC). Outros pontos marcantes colocados nessa história foi o primeiro PDC do Brasil com Bill Mollison em Porto Alegre no RS em 1992, os demais PDCs e os Congressos Brasileiros de Agroecologia.

Aprendemos e exercitamos algumas técnicas de sistematização, que ajudam muito na organização de grupos que tem objetivos claros. Isso já nos serve de dica. Precisamos ter clareza do que queremos. Nestes exercícios de sistematização das experiências da região, separados em temas avaliaríamos impressões dos núcleos em relação a esses assuntos. Neste momento o grupo dos indígenas pediu para fazer a parte, pois a realidade deles é bem diferente da nossa e acabam, por isso, sendo excluídos nos discursos. Assim, preferiram fazer toda a análise sozinhos.

Após os grupos apresentarem os resultados da análise coletiva os Guaranis falaram de suas demandas, trabalhos desenvolvidos e relataram uma importante experiência que tiveram recentemente, um PDC que participaram no Instituto Çarakura.

“Após este PDC, os Guaranis retornaram pra aldeia e os demais membros começaram a perguntar o que era Permacultura. Para explicar, os representantes que participaram pediram para os seus colegas desenharem ´NHANDEREKÓ“, uma palavra em guarani que significa MODO DE VIDA GUARANI e envolve tudo o que é deles: agricultura, natureza, fé e religião, vida, modo de viver, etc. Depois dos colegas índios desenharem o nhanderekó, os que fizeram o PDC falaram: “- então, isso é permacultura! É o nome que os brancos dão pra nhanderekó!”
Não preciso dizer que tivemos uma agradável surpresa, mas infelizmente esse momento não foi gravado. Conclui que devemos pensar numa boa parceria também com esse povo.

COMPROMISSOS

  • Evento pra julho de 2017 com objetivo de reunir todos esses grupos e núcleos de SC, envolvendo outras universidades, grupos independentes, experiências científicas, etc, a fim de conhecermos, trocarmos experiências e organizarmos uma rede catarinense.
  • Unir todos grupos que trabalham agroecologia na UFSC nas Sepex – Semana de Ensino Pesquisa e Extensão da UFSC, através de um estande em conjunto. Assim teremos obrigação de nos reunir pelo menos uma vez por ano e tomar conhecimento do que os grupos daqui estão fazendo.

Algumas impressões finais

Temos muitos objetivos em comum com outros grupos de agroecologia, mas realmente a permacultura se difere por sermos “mais radicais” que o restante. Acho que um pouco disso se deve pelos representantes que enviamos.

Conseguimos deixar claro nossos posicionamentos nos sentidos: (1) da busca pela autonomia, tanto dos agricultores quanto dos núcleos e grupos, em relação ao governo. Nosso posicionamento valorizando em primeiro lugar o autoconsumo e apenas depois o compartilhamento de excedentes, enquanto que um discurso padrão nos demais grupos sempre remete “à renda do agricultor”. Até nisso nos aproximamos mais dos indígenas.
(2) Na relação que vemos de libertar o agricultor e os núcleos de qualquer dependência, seja de insumos e agrotóxicos, assim como a dependência de grandes empresas de tecnologias, dos governos, e até discutimos a questão dos softwares livres como Linux e todos os programas que utilizamos em nosso projetos. Isso teve muito boa receptividade, quero ver coragem das pessoas adotarem.

Algumas fotos estão disponíveis na galeria de fotos do Neperma:
http://galeria.ufsc.br/permacultura/outros/  e no facebook.

Relato e opinião por Marcelo Venturi

PermaChico: Formação Franciscana em Permacultura

26/07/2016 16:33

Com o objetivo de implantar um Programa de Formação para a Sustentabilidade e um espaço educador sustentável para os seminaristas e freis franciscanos, a Província São Lourenço de Brindes dos Freis Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina firmou junto ao Núcleo de Estudos em Permacultura o Projeto de Formação – Espiritualidade Franciscana e Ecologia.

Seminaristas e freis franciscanos se juntam à equipe do projeto em dinâmica da diversidade.

O projeto compreende um curso de extensão em educação ecológica seguindo os moldes do Curso de Planejamento Permacultural (PDC), carinhosamente denominado como PermaChico, e em 2016 terá a duração de 9 meses.

O PermaChico conta com sete visitas da equipe ao seminário franciscano para as aulas práticas em Almirante Tamandaré/PR e é acrescido de conteúdos a distância compostos por textos, vídeos e exercícios, gerando uma carga horária total de 128 horas.

A equipe do projeto é constituída por permacultores do NEPerma: Aline de Vasconcelos e Marcelo Venturi, com participação especial dos permacultores Letícia dos Santos, Jefferson Mota e Arthur Nanni, além de dois representantes da província franciscana, Luiz Antônio Frigo e Rívea Borges. Um projeto participativo e integrativo, criador e mantenedor de redes de trabalho.

Permacultura em uma palavra.

Segundo os representantes da Província a pretensão é que o programa de formação seja um processo contínuo nas propriedades franciscanas, tornando-se uma ferramenta efetiva de gestão ambiental. Para eles a permacultura é uma forma de estar em coerência e demonstrar o compromisso pessoal e institucional mais responsável com o aspecto ecológico da missão Franciscana.

“Permacultura não é mais um jeito de viver como um ‘natureba individualista’,
mas sim reconhecer-se como parte de um ecossistema, e ficar atentos às consequências que seus atos trazem para ele”

Paulo Daniel Pereira Matias, Seminarista Franciscano

Ao unir os saberes permaculturais e francisclarianos o projeto aposta na permacultura como forma de construir/materializar os caminhos propostos por São Francisco de Assis.

Texto de Aline de Vasconcelos

Diálogo após observação da natureza e prática de leitura da paisagem.

 

Aula PANCs Plantas Alimentícias Não Convencionais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A voz do vento

20/06/2016 16:23

O NEPerma conclui a versão em português brasileiro das legendas do documentário La voz del viento. Foram alguns meses de trabalho com a coordenação da permacultura Morgana Mayer com apoio de Jorge Timmermann,  Arthur Nanni, Marcelo Venturi, Rodrigo Arruda,  Leticia dos Santos na tradução e sincronização de legendas. A tarefa ainda contou com a adequação de leiaute que foi executado por Elisa Alcocer.

O documentário fala de Jean Luc Danneyrolles, agricultor da provenza Francesa e Carlos Pons, documentarista Espanhol. Ambos organizam uma viagem até Granada ao encontro de movimentos sociais alternativos que buscam a agroecologia, a permacultura e mudanças de paradigma. Com uma câmera na mão partem para esta viagem que percorreu os dias frios de fevereiro de 2012, levando consigo uma grande coleção de sementes como moeda de troca. É um verdadeiro testemunho de um movimento que cresce no mundo e se faz possível aqui e agora.

Dados sobre a viagem:

– 21 dias de viagem

– 35 projetos visitados

– Mais de 200 pessoas encontradas

– 9 parques naturais

(Mapa interativo da viagem em g.co/maps/8mvgt)

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Participantes:

Direção / Montagem / Sons / Roteiro: Carlos Pons

sementes / Poemas: Jean-Luc Danneyrolles

Imagens: Samuel Domingo

Montagem: Manu de la Reina

Produção: Virginia Cabello, Benoit Bianciotto

Trilha Sonora: Felah Mengus; Marta Gomez; Enrique Morente; Keny Arkana

Tradução / Assessor de texto francês: Benoit Bianciotto

Co-produção: Patrice Scanu

Projeto de Recuperação Ambiental do Bosque da UFSC

20/05/2016 15:53

O bosque da UFSC é uma das principais áreas verdes do campus, apresentando relevante importância para a qualidade de vida no ambiente universitário enquanto espaço de convivência. Encontra-se na porção sul do campus Trindade ao lado dos Centros de Filosofia e CIências Humanas (CFH) e o de Educação (CED) e compreende uma área de aproximadamente 50.000 m2. Constitui-se por aŕeas em diferentes estágios de sucessão ecológica, umas mais degradadas em estágio inicial e outras, em estágios mais avançado com vegetação bem desenvolvida. O Bosque também apresenta cursos de água, caracterizando a maior parte de sua extensão como área de preservação permanente.

A proposta de recuperação ambiental do bosque é uma iniciativa da Comissão de Revitalização do CFH, em parceria com o NEPerma e a Coordenadoria de Gestão Ambiental da UFSC e está em curso desde 2014. O objetivo é aliar a recuperação das áreas degradadas à produção de alimentos através da implantação de agroecossistemas planejados segundo a filosofia da permacultura.

Área do bosque junto ao CFH e CED.

Área do bosque junto ao CFH e CED.

O planejamento permacultural do Bosque da UFSC é uma etapa fundamental no processo de recuperação da área, bem como para a continuação e realização dos objetivos do projeto, pois servirá como diretriz para as ações do uso e manejo desta importante área verde. Este planejamento, que poderá ser utilizado como subsídio para um possível Plano de Manejo do Bosque da UFSC, está sendo desenvolvido com base nos princípios de planejamento da permacultura, dentre os quais está o conceito de zonas energéticas, que serviu como base para esta primeira fase de planejamento. O zoneamento energético tem como objetivo a organização do espaço com base nas necessidades energéticas de cada local, de maneira que áreas que demandam maior investimento de energia e trabalho no seu uso e manejo estejam localizadas próximas ao centro de energia, neste caso representado pela sede do projeto.
Para a definição das zonas energéticas na área do Bosque levou-se em consideração os elementos que já estavam presentes no local: espécies arbóreas, áreas de uso consolidado, locais de convivência e circulação, infraestrutura predial, etc. A partir dessa análise, foram definidos locais para a implementação de agroecossistemas de acordo com o propósito de cada zona energética, sendo adotadas técnicas de plantio mais intensivo próximo a zona 0 e menos intenso nas áreas caracterizadas como zona 3, conforme a Figura 2. A proposta de usos e manejo para cada zona energética é descrita a seguir.

Planejamento por zonas energéticas da permacultura.

Permaculture energetic zones design.

Zona 0 – Sede do projeto
Localizada na porção mais elevada do Bosque, será constituída pela sede do projeto e do Parque Ambiental da UFSC, a qual servirá como recepção para visitantes, ações educativas, centro de convivência e reuniões e atividades administrativas. Esta zona abrigará uma edificação bioconstruída.
Zona 1 – Horta, início do circuito didático, espiral de ervas, compostagem, minhocário
Próxima à sede, a zona 1 será constituída por uma horta modelo de técnicas agroecológicas, pelo início do circuito didático, espiral de ervas aromáticas e medicinais, espaço para compostagem microbiana e minhocário.
Zona 2 – Pomares
A zona 2 será constituída principalmente por um pomar permacultural, com árvores frutíferas e de interesse ecológico, que será implementado na área hoje ocupada por eucaliptos.
Zona 3 – Sistemas agroflorestais
A zona 3 do Bosque será destinada à implantação de sistemas agroflorestais multifuncionais que servirão como mata ciliar para os cursos de água onde há ausência de vegetação e em áreas abertas e degradadas.

Zona 5 – área de convivência, inspiração e regeneração natural
Foram definidas como zona 5 as áreas que apresentam vegetação já consolidada, em avançado estágio de sucessão, e as áreas utilizadas para descanso e convivência.
O projeto segue em execução e conta com a realização de mutirões de manejo agroecológico, onde são compartilhados os conhecimentos a respeito da filosofia da permacultura e de técnicas de produção de alimentos e recuperação de áreas degradadas adotadas.
Para saber mais:
http://gestaoambiental.ufsc.br/projeto-bosque/
https://www.facebook.com/groups/Permacultura.UFSC/

NEPerma lança vídeos com depoimentos de alunos

11/12/2014 19:22

natifio_depoimentoO NEPerma lança uma série 13 vídeos contendo depoimentos de alunos que cursaram o Curso de Planejamento em Permacultura (PDC) do projeto Terra Permanente, oferecido pelo NEPerma em parceria com a ACESPA e CEDEJOR e financiado pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário e CNPq.

Esta série de depoimentos traz as sensações e expectativas criadas pelo PDC nos colegas que passaram por esta experiência. Os vídeos falam por si e o NEPerma agradece a todos pela oportunidade de compartilhar com o público suas experiências a respeito desta passagem.

O projeto Terra Permanente envolve atividades de pesquisa-ação em um universo onde os participantes, uma vez empoderados pelo PDC, passam a participar de ações de pesquisa em quatro Unidades Familiares Produtivas em municípios da grande Florianópolis.

A ideia dos vídeos foi concebida pelos participantes do NEPerma. A etapa de aquisição de imagens contou com Leticia dos Santos e Andersson Brito. A seleção de trechos por Arthur Nanni e pós-edição por Andersson Brito.

Assista a série de vídeos em nosso canal no Youtube

NEPerma conclui o terceiro bloco do PDC Terra Permanente

14/08/2014 23:02
A arquiteta Soraya Nór compartilhando conhecimentos sobre a técnica construtiva com barro bambu-a-pique.

Soraya Nór compartilhando conhecimentos sobre a técnica construtiva com barro bambu-a-pique.

Nesta semana o NEPerma concluiu o 3o. bloco do curso de planejamento permacultural (PDC) do projeto Terra Permanente. Foram mais três dias de intensas atividades junto a ACESPA, parceira no desenvolvimento do projeto Terra Permanente.

Neste bloco, os alunos vivenciaram a discussão acerca da sistematização de águas na paisagem e no ambiente planejado, bioconstruções, energia na paisagem e o seu aproveitamento e, estruturas invisíveis.

Arthur Nanni apresentando do Sistema Agroflorestal (SAF) "de carona" implanto na Zona 3 do sítio Igatu em São Pedro de Alcântara.

Arthur Nanni apresentando do Sistema Agroflorestal (SAF) “de carona” implanto na Zona 3 do sítio Igatu em São Pedro de Alcântara.

Os alunos do curso, representados por agricultores e extensionistas rurais de seis municípios de Santa Catarina, prosseguirão até outubro participando de atividades teórico-práticas para melhor compreender as potencialidades de aplicação da permacultura em suas propriedades rurais, desde a concepção de pequenos elementos até o planejamento sistêmico integrado.

Este bloco do curso contou com duas práticas, a bioconstrução de paredes a partir da técnica construtiva bambu-a-pique e também, a visita técnica ao sítio Igatu, para verificação de conhecimentos até aqui compartilhados, como distribuição de zonas, seus elementos constituintes e formas de manejo integradoras entre zonas energéticas da propriedade rural.

“Sinta o fluxo e trabalhe com ele”

Em tudo existe energia, então, se a gente não souber sentir aonde está esta energia no espaço em que a gente tá, a gente não vai conseguir trabalhar com esse fluxo e não vai deixar a natureza fazer o trabalho dela e a gente conseguir trabalhar junto com ela.

Reinaldo de Souza – agricultor de Rio Fortuna – SC

 O curso de planejamento permacultural do projeto Terra Permanente tem o apoio do MDA e CNPq.

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